Semarh quer implantar trabalho de educação ambiental em órgãos do Governo

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Estado quer implantar medidas que direcionem a um consumo mais sustentável

Reduzir e mitigar os impactos ambientais acarretados pelo fornecimento dos serviços públicos e alterar a percepção do servidor público sobre as consequências de suas ações cotidianas, de forma a sensibilizá-los quanto à necessidade de mudanças de hábitos de consumo e de descarte. Com esse propósito o Estado quer implantar medidas que direcionem a um consumo mais sustentável e, pelo exemplo, colaborar com a educação ambiental da sociedade goiana como um todo. A ação, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), por sua Gerência de Educação Ambiental, deverá começar pelo Palácio Pedro Ludovico Teixeira e se basear em dois itens, inicialmente: consumo de energia e de água.

Neste sentido, a Superintendência Executiva da Semarh convocou uma reunião para o dia 19 deste mês, às 15h, na Sala 13 do 2º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, com representantes das Secretarias de Gestão e Planejamento (Segplan), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec) e da Educação (Seduc) e das empresas Celg e Saneago, para apresentar a proposta e acertar um roteiro e um cronograma de trabalho.

A iniciativa foi definida, na manhã desta sexta-feira, dia 1º, em despacho do superintendente executivo Jales Naves com o gerente de Educação Ambiental, da Superintendência de Gestão e Proteção Ambiental da Semarh, Hugo Godinho, que estava acompanhado do técnico Wagner Oliveira. Eles apresentaram o projeto ‘ComPensar Ambiental’; as ações já realizadas; a parceria com a Secretaria de Estado da Educação; e a preocupação em ampliar o alcance do Programa.

Objetivos

As anomalias climáticas experimentadas nas últimas décadas propiciaram a criação da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992. Cinco anos depois o Tratado de Kyoto complementou essa Convenção-Quadro, estabelecendo metas de redução de emissões atmosféricas de gases causadores de efeito estufa para os países desenvolvidos (maiores emissores) e medidas que garantissem o crescimento pautado em um menor impacto no aquecimento global dos países em desenvolvimento. Em 2002 o Brasil ratificou o Tratado, por meio do Decreto Legislativo nº 144, e sete anos depois instituiu, pela Lei nº 12.187/2009, regulamentada pelo Decreto 7.390/2012, a Política Nacional sobre a Mudança do Clima.

Tendo como referência a orientação ambiental integrada em todos os programas do governo e a qualificação da Administração Pública para liderar processos críticos de mudança social, como ainda que as mudanças climáticas, suas implicações e oportunidades financeiras e sociais se caracterizarão como um processo crítico, foi instituído o Programa ‘ComPensar Ambiental’, para garantir à Administração Pública do Estado as informações e a conscientização necessária para atuar de fora proativa nesse cenário,

O Programa tem como objetivos melhorar o desempenho ambiental do Setor Público no Estado; reduzir e qualificar o consumo de insumos na atividade pública; incentivar a implementação de programas de reciclagem, de viveiros e plantio de árvores; incentivar a substituição de combustível fóssil, tipo gasolina, por outro menos poluente e a progressiva mudança na frota, com o intuito de garantir um menor consumo de combustível e a redução no volume de gases emitidos. Pretende, ainda, incentivar a qualificação em termos ambientais dos processos licitatórios; e estimular, pelo exemplo, a iniciativa privada a implementar práticas de gestão mais sustentáveis.

Assessoria da Semarh.

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