Programa desenvolve pesquisas em locais remotos da Amazônia

 em Sustentabilidade

via Portal Brasil

O Programa ProAmazônia  visa desenvolver pesquisas em lugares mais remotos do bioma amazônico e proteger seus recursos naturais. A iniciativa foi lançada nesta segunda-feira (13) durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Federal de São Carlos.

O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Luiz Renato França, e o general do Comando Militar da Amazônia (CMA), Theóphilo Gaspar, foram responsáveis pela apresentação do programa ao público.

De acordo com França, cada região amazônica possui especificidades diferentes de logística, de clima e de solo. “Por isso a necessidade de conhecer cada região da Amazônia e desenvolver estudos em cima disso”, observou. “Com o programa queremos ampliar o intercâmbio e parcerias com o setor tecnológico nacional e internacional”, destacou.

Infraestrutura e logística para a região

Outros objetivos do ProAmazônia são oferecer infraestrutura e suporte logístico para os pesquisadores, desenvolver pesquisas científicas na região e aumentar a vigilância no combate a contrabandos.

Segundo Theóphilo Gaspar, é preciso conhecer a Amazônia para protegê-la e para integrar as regiões distantes ao restante do País. “Nós estamos perdendo a soberania da nossa terra com a exploração e tráficos dos minerais e animais”, advertiu o titular do CMA. A meta, segundo Gaspar, é tornar o ProAmazônia uma referência nacional na área de pesquisa na região e combinar o crescimento regional com a sustentabilidade e conservação dos ecossistemas.

Simpósio

Nos dias 27 e 28, o Inpa sediará o 1º Simpósio do Programa ProAmazônia. Ação é uma parceria entre o Inpa, o CMA, a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

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