Noite animada na abertura do Festival de Cerveja Artesanal

 em Destaque, Goiás

O grupo de música Nação Zumbi foi a atração do primeiro dia do Festival de Cervejas Artesanais – Piribier que começou ontem na capital e vai até domingo, aliando shows nacionais com degustações, aulas e palestras. O evento nasceu na cidade de Pirenópolis no início do ano e a ideia da organização é consolidá-lo em duas edições: em Piri no primeiro semestre e em Goiânia no segundo.  Hoje o festival recebe o show de Os Raimundos, amanhã CÉU e no domingo Heróis de Botequim.

O evento, que acontece no Shopping Passeio das Águas, conta ainda com exposição e venda de mais de 100 marcas de cervejas de produtores e distribuidores nacionais e internacionais que oferecem também cursos e degustações orientadas com um publico limitado à 2 mil pessoas. A edição de Pirenópolis contou com 12 expositores e a atual tem 18.

Entre os 3 expositores goianos (cervejas Colombina, Lion Fish y Astúrias), a Cervejaria Goiás “apostou numa identidade regional utilizando os frutos do cerrado”, conforme informa a proprietária Patrícia Mercês, com o lançamento de Cerveja especial para o evento, feita com Cagaita, uma fruta do cerrado e ainda outra com murici – além da já conhecida versão com Pequi.

A Cerveja Colombina e o festival prepararam uma homenagem à cidade de Pirenópolis em seu aniversário de 288 anos, com o Projeto Cavalhadas Single Hop, usando o conceito da tradicional manifestação cultural para ilustrar uma experiência sensorial única: A mesma cerveja como base, mas envasada com lúpulos aromáticos diferentes em Dry-hopping. De um lado a Rei Mouro com o lúpulo americano Equinox, e do outro a Rei Cristão com o lúpulo australiano Vic Secret. A receita base tem um toque de Murici, para representar o cerrado. “A ideia é que o consumidor possa comparar e identificar o toque diferenciado em cada uma das versões” comenta Alberto Nascimento, curador técnico do evento.

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O Organizador Ricardo Trick Silva comenta que  o festival é um reconhecimento de Goiás em torno ao movimento das cervejas especiais e das micro-cervejarias. “A partir do Piribier em Pirenópolis os eventos de cerveja se difundiram no país, e Goiás inovou e abriu as portas para outros estados realizarem seus eventos.”

“A gente espera dois públicos: primeiro o da cerveja artesanal, que já consome que vem para beber e conhecer as novidades, como em um salão do automóvel, com o que há de mais interessante no mercado. E o segundo é o público leigo que vem, até mesmo atraído pelos shows, para conhecer o conceito”, comenta Alberto.

Ele diz ainda que as marcas concorrentes neste setor, se unem com o intuito de fomentar e incentivar esta nova cultura. Ele explica que este tipo de consumidor é mais explorador e dificilmente vai tomar a mesma cerveja a noite inteira. “Ele vai experimentar e degustar coisas diferentes pois gosta da diversidade. Estamos criando um mercado, que ainda é muito pequeno, então o fato de que ele experimente uma acaba levando para que prove também outra marca”.

O festival tem um viés sustentável, não faz apologia à bebedeira e tem a filosofia do “beba menos, beba melhor”.  O evento também inovou na forma de comercializar, criando um dinheiro especial, cujas notas promovem os atrativos turísticos de Goiânia.

Confira a programação completa aqui : http://www.piribier.com.br/programacao/

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