Navio grego é suspeito por derramamento de óleo no Nordeste

 em Sustentabilidade

A Polícia Federal suspeita que o óleo que atingiu mais de 250 praias do nordeste brasileiro tenha sido derramado por uma embarcação grega. Diante disto, foi deflagrada nesta sexta-feira (1º) a Operação Mácula. Ao todo, dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal (RN), estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, onde existem sedes de representantes e contatos da empresa no Brasil.

“O navio grego está vinculado, inicialmente, à empresa de mesma nacionalidade, porém, ainda não há dados sobre a propriedade do petróleo transportado pelo navio identificado, o que impõe a continuidade das investigações”, informou a Polícia Federal. O órgão também solicitou diligências em outros países, com o intuito de obter mais informações sobre a embarcação, a tripulação e a empresa.

Desde setembro as investigações estão sendo feitas e contaram com a participação da Marinha, Ministério Público Federal, do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, da Agência Nacional do Petróleo, Universidade Federal da Bahia, Universidade de Brasília e Universidade Estadual do Ceará, além de uma empresa privada do ramo de geointeligência.

Através de técnicas de geociência, a investigação conseguiu localizar a mancha de óleo inicial, que estava a 700 km da costa brasileira. Diante disso, chegou-se à estimativa de que o derramamento tenha acontecido entre os dias 28 e 29 de julho. Com a tecnologia, a investigação chegou ao único navio petroleiro que navegou pela área suspeita.

COM INFORMAÇÕES: AGÊNCIA BRASIL

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