Artista goiano expõe na Rio+20

 em RIO+20

Duas exposições inauguradas ontem (12/06) em um dos principais espaços do evento, o Museu de Arte Moderna (MAM), despertam o interesse sobre ecologia e ações sustentáveis, fazendo que tanto visitantes quanto trabalhadores revejam hábitos.

É o caso do espaço O Futuro que Nós Queremos, organizado pelo Centro de Informações das Nações Unidas para o Brasil (Unic-Rio), sobre os sete temas da conferência, e também da gigantesca vídeo instalação Brasil Cerrado, do artista goiano Siron Franco – que tem apoio do governo federal e da iniciativa privada. Ambas estarão abertas ao público até o dia 23 de junho, das 7h às 23h.

Com o objetivo de apresentar o bioma Cerrrado com ‘seus sons, cheiros e cores’, a exposição de Siron é cheia de surpresas. Para o bombeiro militar Sidney Amaral, de 47 anos, um dos primeiros a contemplar a exposição de Siron, uma dessas surpresas foi a reconstituição de um incêndio na mata, que destrói a exuberância de árvores e animais. ‘A coisa das queimadas avançando e das aves fugindo é emocionante’, revelou.

Nascido em Goiás Velho (GO) e admirador dos ‘cupinzeiros luminosos’ (quando os vaga-lumes entram e saem), o artista Siron Franco explica que a exposição é uma forma de defender o Cerrado da destruição. ‘Temos todas as razões para salvar o Cerrado, nem que seja um metro quadrado de terra’, declarou, em frente à estrutura que mostra a mata sendo substituída por pasto.

Fonte: Isabela Vieira, Agência Brasil

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