Saúde e Economia no Combate ao Impacto do Coronavírus

 em Destaque, Economia

O mundo inteiro debate as grandes soluções para
o enfrentamento dos
problemas sanitários, e económicos globais.

Em menor escala os governos regionais e locais também começam a agir. Mas ainda não segmentamos o problema nas diversas atividades econômicas para agir de forma segmentada.

Soluções para os problemas econômicos não são homogêneos e os Governos ainda não tiveram tempo de pensar de nas soluções para cada atividade, para cada região.

Evidente que o problema maior é sanitário, mas o problema econômico vai vir… e ele será grande.

A princípio devemos dividir os segmentos produtivos de forma tradicional e trata-los de forma diferente.

O Setor Primário será o menos atingido. A produção rural, mineral e tudo que tem haver com produção de insumos terá seu mercado prejudicado, mas os produtos continuaram prontos a ser vendidos. A perda é rápida e a necessidade é de capital de giro.

No Comércio a situação se assemelha ao setor primário, mas com um agravante sobre os custos operacionais ligados aos estabelecimentos, como água, luz e outros custos que devem diminuir a margem dos meses seguintes. Mas a demanda também é de capital de giro.

Nos serviços e nas profissões liberais ou de autônomos a situação é mais grave.

Não se trata de um crédito para capital de giro. As perdas serão irreparáveis, pois os serviços não vendidos naquela data não serão vendidos em outras.

Na hotelaria, no transporte, nos restaurantes, as vendas diárias não serão repostas.

Ai não se trata mais de capital de giro, mas de suporte a fundo perdido.

As áreas de tecnologia estarão em alta, e terão o mercado aquecido.

O Setor Imobiliário terá um refluxo no primeiro momento, e o que já não estava bom, não vai melhorar…. mas o imóvel continua no mesmo local, mas deverá levar mais tempo para melhorar as vendas.

O setor público vai ter que entrar no jogo. O correto seria fazer um teto para os salários dos profissionais que estão dispensados do trabalho, pois o problema é do país, e não devemos ter privilégios. Um teto de 8 mil seria de bom tamanho.

Agora o foco é ficar em casa e comer.

As contas de água e energia das empresas devem ser postergadas e dividas em 12 vezes… sejam públicas ou privadas as empresas seriam prejudicadas agora, mas vão garantir a sobrevivência dos seus consumidores.

As avaliações que faço não são verdade absolutas, mas apenas mostram que as soluções não são iguais e não serão tradicionais… E neste universo de problemas uma coisa é igual para todos os segmentos, eles só irão sobreviver em sistemas de colaboração.

Bem vindo ao verdadeiro século XXI

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