Economia na conta de luz

 em Goiás, Sustentabilidade

Via O Popular

Na casa da engenheira agrônoma Cristiane Regina Ramos, de 45 anos, o valor da conta de energia caiu desde setembro do ano passado. Mesmo após a tarifa subir mais de 40%, ainda assim a economia é grande. Parafusado no telhado, sistema de geração solar fez com que de R$ 300 a família passasse a pagar R$ 60 antes dos aumentos e R$ 90 na última fatura. Ar-condicionado, secadora, chuveiro e máquina de lavar continuam em pleno uso por sua família graças ao sistema que podem usar por 25 anos.

“Somos os primeiros em nosso condomínio a usar, é ambientalmente correto e ajuda nesse momento em que a conta subiu, mas a maioria das pessoas não conhece. O governo deveria dar mais incentivos.”

Para ter a tecnologia em casa, o investimento mínimo é de R$ 17 mil e o retorno é calculado entre cinco e seis anos. Mas já foi maior, como explica o sócio da BrS Energia, João Carlos Costa, já que havia mais entraves, como a tributação. Dois importantes estímulos fizeram suas vendas aumentar muito na capital: a isenção do ICMS pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e a aprovação pela Aneel da simplificação do registro e conexão de novos consumidores.

As mudanças também são oportunidades para o mercado imobiliário, como explica o diretor da Loft Construtora, que há sete anos lançou empreendimento com a geração solar. “Para o incorporador é um desafio maior, mas quando o cliente percebe esse investimento como diferencial, aumenta a velocidade das vendas e há um retorno interessante”, afirma, ao dizer que os últimos projetos foram para aquecimento de água de chuveiro e piscinas e não mais para geração, que ainda tem custo alto.

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