Goiânia 14/05/2017
Urbe
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15 de outubro de 2015

Os refugiados que entram na Europa pelo Ártico –e de bicicleta

Acredita-se que o fluxo de refugiados não vai cessar nem mesmo durante o inverno

Localizada a 344 quilômetros ao norte do Círculo Ártico e com temperaturas de até -30º Celsius durante o inverno, a cidade norueguesa de Storskog parece distante do que ocorre no Oriente Médio, afetado por uma crise humanitária de grandes proporções.

Mas o outrora tranquilo posto de controle na fronteira entre a Rússia e a Noruega tornou-se porta de entrada para a Europa de centenas de solicitantes de refúgio da Síria e dos países vizinhos.

“Tudo começou em fevereiro, com nada mais do que algumas pessoas: cinco ou seis, que cruzaram a fronteira vindas da Rússia”, afirmou à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Stein Kristian Hansen, superintendente da polícia encarregado do posto de controle.

“Mas em julho o número começou a aumentar. E desde então explodiu. Desde o início deste mês (outubro), mais de 500 pessoas cruzaram a fronteira”, acrescenta.

Recentemente, a Noruega elevou pela terceira vez, para 20 mil a 25 mil, a estimativa sobre o número de solicitantes de refúgio que deverá receber neste ano. No ano passado, um total de 11.480 pessoas buscaram abrigo no país escandinavo.

Hansen calcula que 75% dos que chegam ao posto de controle de Storskog são de nacionalidade síria, com iraquianos e afegãos concentrando o restante das solicitações.

E ele confirma um fato atípico: a imensa maioria vem da Rússia — e de bicicleta.

“Não é permitido andar a pé no lado russo da fronteira, por isso eles vêm de bicicleta, não infringindo, portanto, a lei daquele país”, explica Hansen.

“Quem tenta cruzar a fronteira de carro com alguém que não esteja com a documentação em dia, corre o risco de ser detido por tráfico de pessoas. Assim, a maioria não tem escolha senão a bicicleta”, explica.

‘Rota do Ártico’

Como esperado nesta região do Ártico, durante grande parte do ano, o frio e a neve podem ser um problema.

Nada mais do que cinco quilômetros separam Storskog de Borisglebsky, do lado russo da fronteira.

Além disso, para muitos, o curto trajeto sobre duas rodas é a etapa final de uma travessia muito mais extenuante.

E a chamada “rota do Ártico” também se provou mais rápida, barata e segura do que a maioria das empregadas por sírios para chegar ao território europeu.

Em agosto, o jornal americano “The Wall Street Journal” publicou o depoimento de um professor que conseguiu fazer a viagem de Beirute, no Líbano, à Noruega a um custo de US$ 2,4 mil (R$ 9,2 mil), montante similar ao cobrado pelos traficantes que operam a rota marítima –mais curta e muito mais perigosa– rumo à Itália ou Grécia.

E a viagem, de quase 4 mil quilômetros, durou nada menos do que três dias: avião a Moscou (Rússia), trem a Murmansk (Rússia) e táxi para a fronteira russo-norueguesa, onde alguém está provavelmente fazendo um grande negócio com a venda de bicicletas.

“Neste momento, existem centenas de bicicletas abandonadas em Storskog”, diz Tor Sandø, jornalista do jornal local Sør-Varanger Avis, quando perguntado sobre o impacto que a onda de imigrantes teve em sua cidade.

E segundo Sandø, os 150 leitos do abrigo temporário de Sør-Varanger, o Fjellhallen, estão atualmente ocupados. Por causa disso, alguns refugiados acabaram tendo de ser alojados em hotéis.

“A situação é realmente excepcional no sentido de que não estávamos acostumados a receber um número significativo de pedidos de refúgio aqui “, explica o diretor do departamento norueguês de Imigração, Frode Forfang.

“Na semana passada, por exemplo, um em cada cinco pedidos de asilo feitos no país veio daqui. Precisamos, então, fazer ajustes. Teremos de construir novas instalações”, acrescenta.

‘Venha para a Noruega’

Independentemente das circunstâncias, as autoridades de imigração norueguesa garantem alojamento, alimentação e assistência médica a todos os requerentes de asilo enquanto seus casos são avaliados, o que para os sírios pode durar até cinco meses.

Além disso, entre janeiro e setembro deste ano, o governo norueguês aprovou oito em cada dez pedidos de refugiados sírios.

“Por causa disso, cada vez mais sírios estão enviando mensagens para casa e dizendo a seus conhecidos: venham para a Noruega”, disse Sandø à BBC Mundo.

E essa mensagem parece estar encorajando inclusive aqueles que decidiram se estabelecer na Rússia, país com o qual a Síria sempre manteve laços muito estreitos.

“Uma das famílias com quem falei tinha vindo para a Rússia há mais de um ano. Mas muitos dizem não gostar das condições de lá; eles preferem viver no Ocidente”, afirma Sandø.

Mas outros estão chegando diretamente do Oriente Médio, aproveitando os laços entre a Rússia e a Síria apenas para dar entrada no visto que lhes permita escapar do conflito e, então, emigrar para a Noruega.

“Há uma mistura de dois grupos de pessoas: as que têm nacionalidade ou pelo menos uma permissão de residência na Rússia, e outros que encaram a Rússia apenas como um território de passagem”, explica Forfang.

E, segundo o responsável, no momento atual, os integrantes do primeiro grupo somente teriam o pedido de refúgio aprovado pelo governo norueguês em circunstâncias excepcionais.

“Na Noruega, há muita compreensão quanto àqueles que estão fugindo da guerra na Síria, mas também há preocupação pelo número crescente de solicitantes de refúgio”, explica Forfang.

“E fica uma sensação de que a Rússia está permitindo que isso aconteça”, acrescenta, em referência ao aumento dramático do número de sírios que buscam refúgio na remota fronteira.

Hansen acredita que o fluxo de refugiados não vai cessar nem mesmo durante o inverno.

“É claro que estávamos congelando!”, diz Hansen, quando questionado sobre o dia do mês de fevereiro quando os primeiros refugiados sírios cruzaram Storskog.

Uol

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Mais de cem anos depois da invenção do carro, parece que algumas cidades estão tentando se livrar desse meio de transporte. A conclusão é de que ele está atrapalhando mais do que ajudando na locomoção das pessoas no contexto urbano. Pesquisas afirmam que, hoje, o tráfego de Londres está mais devagar do que um ciclista mediano, enquanto os motoristas de Los Angeles gastam, em média, 90 horas por ano procurando uma vaga de estacionamento. Diante dessas condições, algumas cidades europeias estão rapidamente “fechando as portas” para os carros em algumas localidades, mas oferecendo alternativas inteligentes para os pedestres. Abaixo,
 
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A captação de energia hidráulica já é amplamente difundida, principalmente no Brasil. Mas e se essa força pudesse ser captada de dentro dos canos de uma cidade? É isso que está acontecendo em Portland, nos Estados Unidos. Um mecanismo que capta energia hidroelétrica da água foi instalado em um dos principais sistemas hidráulicos da cidade. A água corrente faz girar pequenas turbinas, que geram energia com o movimento. Em seguida, essa produção é enviada a um gerador e armazenada. A novidade foi criada pela  Lucid Energy , uma startup local, e pode tornar-se uma alternativa em tempos de crise ambiental. Além de não poluir o
 
Publicado em 29 de janeiro de 2015
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Publicado em 29 de janeiro de 2015
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Publicado em 25 de janeiro de 2015
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Publicado em 25 de janeiro de 2015
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Publicado em 16 de janeiro de 2015
A mais grave crise de abastecimento de água potável no estado de São Paulo e principalmente na Região Metropolitana, ainda não foi tratada com realismo por parte da mídia e das autoridades. Até agora o que se viu e ouviu sobre o nível dos reservatórios, não retrata a verdadeira “guerra civil” que se aproxima nos meses seguintes, garantem especialistas. Desde o segundo semestre de 2013, a irregularidade de precipitação atrelada ao consumo excessivo, à péssima malha de distribuição de água e a falta de investimento por parte do governo levou a uma redução muito drástica do nível dos principais
 
Publicado em 14 de janeiro de 2015
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), reconheceu, pela primeira vez desde o ano passado, que o estado passa por racionamento de água. “O racionamento já existe. Quando a Agência Nacional de Água (ANA) determina que você que tem que reduzir de 33 para 17 (metros cúbicos por segundo) no Cantareira é obvio que você já está em restrição. Está mais do que explicitado”, disse em um evento da Polícia Militar na zona norte. Alckmin negou que o racionamento será imposto por um decreto seu. “Já temos a restrição de água estabelecida pela ANA, que é a agência