Projeto Lixo Eletrônico capacitará catadores em Recife 0

Publicado em 29 de Janeiro de 2015

Via Portal Brasil   Recife (PE) será a próxima cidade a participar do projeto Lixo Eletrônico. Entre as atividades desenvolvidas, catadores de material reciclável participarão de capacitação para trabalharem com desmonte e venda de lixo eletrônico. A iniciativa, apoiada pela Caixa, consiste na desmontagem de computadores ultrapassados, teclados, mouses, impressoras, baterias e celulares e posterior revenda. A chegada do projeto de reciclagem do Lixo Eletrônico ao Recife é inovadora na cidade. Até agora, somente Salvador, São Paulo e Brasília executavam o projeto (são 27 pontos de coletas para que a população descarte corretamente o lixo eletrônico). Em Recife, a cooperativa Pró-Recife receberá capacitação para

Sabesp fala em rodízio drástico: 5 dias sem água e 2 com 0

Publicado em 29 de Janeiro de 2015

Via Planeta Sustentável Em meio a maior crise de abastecimento da história do Estado de São Paulo, o diretor da Sabesp, Paulo Massato, afirmou na terça-feira, 27/01, que, num cenário extremo, a companhia poderá chegar a um rodízio “drástico” na região metropolitana: algumas regiões ficariam até cinco dias sem água semanalmente. “Para fazer rodízio, teria que ser muito pesado, muito drástico. Para ganhar mais do que já economizamos hoje, seriam necessários dois dias com água e cinco dias sem água”, afirmou, durante o anúncio da ampliação da adutora Guaratuba para o sistema Alto Tietê. Massato disse que o rodízio pode ocorrer “se não chover” o suficiente e se

Brasil terá o terceiro maior banco genético do mundo 0

Publicado em 29 de Janeiro de 2015

Via  EBC   Ainda neste ano, o Brasil terá o maior banco genético do mundo. O local, mantido pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), terá capacidade para guardar mais de 800 mil amostras de sementes de alimentos, microrganismos e materiais genéticos de animais. O abrigo das espécies ajuda na previsão de catástrofes naturais e garantia de alimentos para o futuro da humanidade. Conservadas em baixa temperatura, as amostras podem durar por mais de cem anos. De acordo com Juliano Pádua, pesquisador da Embrapa, o novo ambiente colabora na capacidade de desenvolver materiais melhorados, desenvolvendo plantas mais resistentes e alimentos mais nutritivos.